A grandeza de alguém não é altura, não é largura.
A grandeza de alguém é o tamanho...
O tamanho da falta que aquela pessoa faz.
O tamanho da mudança que suas palavras e atitudes trouxeram.
O tamanho do seu coração.
Grandeza, uma qualidade tão subjetiva... Algo grande, construído nas pequenas coisas.
sábado, 29 de dezembro de 2012
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Nada demais.
Realmente, não é nada demais.
Apenas um, tentando estar em paz.
E uma, fazendo de tudo, tentando conquistar o mundo.
Um, tentando sossegar, e querendo apenas ouvir o barulho do mar.
Uma, querendo provar que era melhor, justamente no que fazia de pior.
Um, esperando que fosse real, que não fosse uma aventura banal.
Uma, apenas colocando nomes na lista, mesmo compromissada sempre na pista.
Um, decidido que não estava mais no jogo, decidiu começar de novo.
Uma, vendo que era pior que muita gente, não conseguiu seguir em frente.
Um, não queria deixar nada no passado, resolveu deixar tudo bem explicado.
Uma, vendo que nem sempre se pode ganhar, se colocou no seu lugar.
Apenas um, tentando estar em paz.
E uma, fazendo de tudo, tentando conquistar o mundo.
Um, tentando sossegar, e querendo apenas ouvir o barulho do mar.
Uma, querendo provar que era melhor, justamente no que fazia de pior.
Um, esperando que fosse real, que não fosse uma aventura banal.
Uma, apenas colocando nomes na lista, mesmo compromissada sempre na pista.
Um, decidido que não estava mais no jogo, decidiu começar de novo.
Uma, vendo que era pior que muita gente, não conseguiu seguir em frente.
Um, não queria deixar nada no passado, resolveu deixar tudo bem explicado.
Uma, vendo que nem sempre se pode ganhar, se colocou no seu lugar.
Estou aqui, de braços abertos.
Estou aqui, esperando.
De braços abertos, aguardando seu julgamento...
Senhora perfeição.
Será que o acusado pode ter a palavra?
Será que você vai deixar que sua mente se abra?
Será que seu tribunal vai continuar de pé?
Não preciso mais de armaduras, de proteções contra você.
Vou de peito aberto, com a certeza do seu pior, e do meu melhor.
Vamos lá, vamos começar com as acusações.
Não é assim que você trabalha?
Estou pronto para responder pelos meus atos.
Espero que esteja pronta para responder pelos seus.
Se nessa forca social eu for entrar...
Junto comigo você vai sufocar.
Afinal, juramos estar sempre juntos, não é?
Espero que você tenha para onde correr e recomeçar.
Porque, não importa o que você diga, é aqui que vou ficar.
E você, está pronta para o que eu vou confessar?
De braços abertos, aguardando seu julgamento...
Senhora perfeição.
Será que o acusado pode ter a palavra?
Será que você vai deixar que sua mente se abra?
Será que seu tribunal vai continuar de pé?
Não preciso mais de armaduras, de proteções contra você.
Vou de peito aberto, com a certeza do seu pior, e do meu melhor.
Vamos lá, vamos começar com as acusações.
Não é assim que você trabalha?
Estou pronto para responder pelos meus atos.
Espero que esteja pronta para responder pelos seus.
Se nessa forca social eu for entrar...
Junto comigo você vai sufocar.
Afinal, juramos estar sempre juntos, não é?
Espero que você tenha para onde correr e recomeçar.
Porque, não importa o que você diga, é aqui que vou ficar.
E você, está pronta para o que eu vou confessar?
Chega.
Chega disso.
Estou ficando sem paciência.
Estou contando o tempo, segundo por segundo.
Você não está ajudando.
Eu não estou revoltado, apenas já não quero mais aturar.
Chega de você querendo saber o que eu faço.
Chega de você querendo cuidar de algo que nunca foi seu.
Chega de dar liberdade para quem está acorrentada.
Vou ver o seu rosto uma última vez, e vou guardar bem ele.
Junto com ele, vou guardar todos os seus tiques, todas as suas manias, seu tom de voz e jeito de se vestir.
Esse vai ser o modelo do que eu não quero.
Pense o que quiser, eu sei que você está vendo.
Se você não ver, alguém vai acabar te mostrando.
Abra os olhos.
Está na hora de começar a ver, e não apenas enxergar.
Mas vá abrindo os olhos aos poucos, pois a luz pode te cegar, e você nunca mais vai querer abrir eles outra vez.
As vezes, quando acordamos, a luz incomoda um pouco nossos olhos...
E hoje foi um dia em que eles arderam, mas eu continuo com eles, encarando a luz.
Uma hora vou me acostumar.
Melhor não gostar do que vê, e poder se defender, do que ser pego de olhos fechados.
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
Acredite.
Quem te impede de fazer o que você quer?
Quem acorrentou teus pulsos ao chão?
Quem?
Você.
Somos nós que fazemos o impossível.
Somos nós que vemos o invisível.
Somos nós que superamos o insuperável.
Somos nós que passamos o intransponível.
Sabe essa vontade toda? Ela vira força. Ela vira resistência. Ela vira paciência.
O homem nasceu sem asas, hoje sabe voar.
O homem nasceu sem guelras, hoje vai ao fundo do mar.
E você, qual barreira quer superar?
Quem acorrentou teus pulsos ao chão?
Quem?
Você.
Somos nós que fazemos o impossível.
Somos nós que vemos o invisível.
Somos nós que superamos o insuperável.
Somos nós que passamos o intransponível.
Sabe essa vontade toda? Ela vira força. Ela vira resistência. Ela vira paciência.
O homem nasceu sem asas, hoje sabe voar.
O homem nasceu sem guelras, hoje vai ao fundo do mar.
E você, qual barreira quer superar?
Sem correntes.
É ruim não conseguir ser cegado pelos grandes.
É ruim não estar mergulhado nesse mar de futilidade.
É ruim ter que sair por aí pra buscar a felicidade.
O pior mesmo é olhar para tudo como está, e ver que está ruim.
As vezes eu invejo essas pessoas que consomem essa felicidade enlatada e estão satisfeitas com isso.
Quem dera, quem dera eu conseguisse não ver as mazelas que afligem o nosso mundo.
Não vou fechar meus olhos, por causa disso.
É a minha sina.
É o meu dom.
Por mais que ninguém nos ouça, nós, que vemos por fora, estamos dispostos a falar.
Muitas.
Quantas coisas nós deixamos mal resolvidas?
Sumimos da vida de quantas pessoas por motivos bestas?
Quantas palavras foram ditas na hora do desespero?
Quantas vezes o orgulho é mais importante do que certo ou errado?
Quantas vezes não paramos por um segundo para nos colocar no lugar do outro?
Quantas vezes pegamos pesado com uma pessoa que andava mal das pernas?
Quantas piadas se tornam um motivo para chorar no escuro do quarto?
Quanto tempo ainda temos para voltar atrás?
Quantas vezes vamos errar para aprender?
Valeu a pena, o preço que pagamos?
Sumimos da vida de quantas pessoas por motivos bestas?
Quantas palavras foram ditas na hora do desespero?
Quantas vezes o orgulho é mais importante do que certo ou errado?
Quantas vezes não paramos por um segundo para nos colocar no lugar do outro?
Quantas vezes pegamos pesado com uma pessoa que andava mal das pernas?
Quantas piadas se tornam um motivo para chorar no escuro do quarto?
Quanto tempo ainda temos para voltar atrás?
Quantas vezes vamos errar para aprender?
Valeu a pena, o preço que pagamos?
Reclamações.
Me pego reclamando volta e meia. Sem motivo, claro. E pensar que tem gente muito pior do que eu.
E lembrar que a felicidade não é plena nem para os mais poderosos. Aliás, os mais poderosos são os mais infelizes.
O tempo que perdemos reclamando é o tempo em que poderíamos estar planejando, ou fazendo. Ao invés de reclamar, vou agradecer.
Agradeço pela folha seca que cai, aquela em que eu piso e ouço o crec-crec.
Agradeço pela chuva, que lava minha alma e disfarça minhas lágrimas.
Agradeço pelas pessoas que passam a minha volta todo dia, me fazem lembrar que o mundo é maior que meus problemas.
Passamos muito tempo reclamando das coisas grandes e pouco tempo agradecendo pelas coisas pequenas.
Já te disseram que a felicidade está nas coisas pequenas, não é? Pois é. Feche os olhos da cara, e abra os olhos do coração.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
O fantasma da guerra.
Os nomes e rostos que se perderam.
Voltando para te assombrar.
Seu destino esteve nas mãos deles e você falhou.
Eles perderam o bem mais precioso por um motivo fútil.
A missão que te foi dada, não foi cumprida.
O fantasma da guerra veio para você.
Junto com ele, o seu batalhão de soldados caídos.
Junto com ele, os barulhos de bombardeio.
O árido canto dos projéteis cortando o ar.
O calor do campo, a sujeira e o aroma de morte.
Você não será o primeiro, e nem será o último.
Você será o próximo.
O fantasma da guerra não tem rosto.
Está esperando.
Vai continuar andando ao seu lado.
A menor chance que você der, ele vai aproveitar.
E não vai ser um bom dia, comandante.
Ele te estende a mão.
Te dá sua arma, a arma da nobreza militar.
Você aponta ela para sua têmpora.
Anseia por se juntar aos seus companheiros perdidos.
Busca paz na ponta da bala.
E puxa o gatilho.
O fantasma da guerra, veio te buscar...
domingo, 4 de novembro de 2012
Andando.
Resolvi sair andando por aí.
Peguei meu tênis mais surrado e fui dar uma volta.
As ruas vazias, quase chegando o dia.
O vento sopra, e com ele leva as folhas.
Folhas, que também estão andando por aí.
Sozinho, apenas andando e vendo.
Ouvindo as músicas que me agradam, observando o dia começar para muitos, e terminar para alguns.
A luz do sol, começando a se impor sobre a luz artificial criada por nós.
Alguns estão indo trabalhar, olham pra mim sem entender o porque de eu estar caminhando sozinho naquela rua sempre deserta durante a manhã.
Assim, sozinho, eu consigo me sentir parte do todo.
sábado, 3 de novembro de 2012
Abandonado, final.
Finalmente, o telhado.
O topo.
Perto do céu.
Uma bela noite, estrelada.
Hoje tem alguém com você, anjo, filho do deus homem.
Criatura grandiosa que foi abandonada.
Ninguém quer morrer sozinho.
Esta noite, eu estarei aqui, deitado no seu terraço.
Esperarei a sua morte, e te farei companhia.
Guardei algo em cada uma de suas salas, assim suas portas guardarão algo.
Assim, suas paredes vão impor limites.
Seu teto as vai proteger da chuva.
Suas escadas ajudaram alguém a se elevar, hoje.
Seu gerador e sua caldeira já não tem mais saída, mas alguém se lembrou da importância que eles tem, hoje.
E quando você se for, alguém vai estar lá para te dar a mão, mesmo que metaforicamente.
Espero que tenha conseguido fazer você se sentir vivo outra vez.
O topo.
Perto do céu.
Uma bela noite, estrelada.
Hoje tem alguém com você, anjo, filho do deus homem.
Criatura grandiosa que foi abandonada.
Ninguém quer morrer sozinho.
Esta noite, eu estarei aqui, deitado no seu terraço.
Esperarei a sua morte, e te farei companhia.
Guardei algo em cada uma de suas salas, assim suas portas guardarão algo.
Assim, suas paredes vão impor limites.
Seu teto as vai proteger da chuva.
Suas escadas ajudaram alguém a se elevar, hoje.
Seu gerador e sua caldeira já não tem mais saída, mas alguém se lembrou da importância que eles tem, hoje.
E quando você se for, alguém vai estar lá para te dar a mão, mesmo que metaforicamente.
Espero que tenha conseguido fazer você se sentir vivo outra vez.
Abandonado, parte 2.
Acendo minha lanterna, e vou indo para o coração dessa gigante criatura que um dia teve um nome de santo.
Criatura filha do homem.
Feita para servir o homem.
Para abrigar o homem.
Seria esse lugar um anjo?
É triste ver um anjo nesse estado.
Caído, maltratado, sujo.
Chego no coração da coisa.
Uma caldeira para um aquecedor e três geradores de energia.
O ar aqui é pesado, aqui já foi um centro forte de emoções, positivas e negativas.
Tanta gente que já passou por esse lugar.
Se alegrou, se entristeceu.
Tantas vidas que se acabaram e se começaram aqui.
O silvo do vapor, mesmo sem funcionar.
Eu consigo ouvir.
O barulho dos geradores, mesmo estando parados.
As colunas...
Esse lugar está com osteoporose.
Está condenado, a ponto de ser demolido.
Mas ainda está de pé.
Ainda não desistiu.
E eu também não.
As escadas já não estão elevando mais nada, não estão ajudando ninguém a se aproximar do céu.
Criatura filha do homem.
Feita para servir o homem.
Para abrigar o homem.
Seria esse lugar um anjo?
É triste ver um anjo nesse estado.
Caído, maltratado, sujo.
Chego no coração da coisa.
Uma caldeira para um aquecedor e três geradores de energia.
O ar aqui é pesado, aqui já foi um centro forte de emoções, positivas e negativas.
Tanta gente que já passou por esse lugar.
Se alegrou, se entristeceu.
Tantas vidas que se acabaram e se começaram aqui.
O silvo do vapor, mesmo sem funcionar.
Eu consigo ouvir.
O barulho dos geradores, mesmo estando parados.
As colunas...
Esse lugar está com osteoporose.
Está condenado, a ponto de ser demolido.
Mas ainda está de pé.
Ainda não desistiu.
E eu também não.
As escadas já não estão elevando mais nada, não estão ajudando ninguém a se aproximar do céu.
Abandonado.
Lugar estranho esse aqui...
Tão vazio, tão sujo.
Tão mal cuidado.
As paredes de azulejo amareladas, já não dividem mais aquele espaço.
O chão sujo, os rejuntes pretos.
Mal consigo ver o teto, que já não protege mais ninguém da chuva.
Uma gota cai no meu ombro.
Uma gota vermelha.
Não sangue, ferrugem.
Um cano, solitário, tirando a cabeça pra fora da escuridão para gritar por socorro.
Algumas portas com salas vazias restaram entreabertas, solitárias, sem sentido.
Já não tem mais nada para esconder. Já não tem mais nada para proteger.
Janelas que não são mais janelas.
Janelas que são apenas uma lembrança de que aqui um dia viveu algo que precisava da luz solar.
É um lugar abafado.
Quente, onde o ar não se recicla.
Meus passos ecoam, fazendo parecer que tem mais alguém andando comigo, mas eu sei que não tem.
Ao final do corredor, uma porta dupla.
Completamente quebrada, como era de se esperar.
Estendo minha mão para empurrar.
A porta não oferece quase nenhuma resistência.
A luz já não alcança essa parte.
E pensar que isso aqui já foi movimentado.
Mas é a esse destino que todo lugar está fadado.
Parece que esse lugar é vivo... E não está passando bem.
E pensar que pode ser assim também, dentro da mente de alguém.
Tão vazio, tão sujo.
Tão mal cuidado.
As paredes de azulejo amareladas, já não dividem mais aquele espaço.
O chão sujo, os rejuntes pretos.
Mal consigo ver o teto, que já não protege mais ninguém da chuva.
Uma gota cai no meu ombro.
Uma gota vermelha.
Não sangue, ferrugem.
Um cano, solitário, tirando a cabeça pra fora da escuridão para gritar por socorro.
Algumas portas com salas vazias restaram entreabertas, solitárias, sem sentido.
Já não tem mais nada para esconder. Já não tem mais nada para proteger.
Janelas que não são mais janelas.
Janelas que são apenas uma lembrança de que aqui um dia viveu algo que precisava da luz solar.
É um lugar abafado.
Quente, onde o ar não se recicla.
Meus passos ecoam, fazendo parecer que tem mais alguém andando comigo, mas eu sei que não tem.
Ao final do corredor, uma porta dupla.
Completamente quebrada, como era de se esperar.
Estendo minha mão para empurrar.
A porta não oferece quase nenhuma resistência.
A luz já não alcança essa parte.
E pensar que isso aqui já foi movimentado.
Mas é a esse destino que todo lugar está fadado.
Parece que esse lugar é vivo... E não está passando bem.
E pensar que pode ser assim também, dentro da mente de alguém.
No escuro.
Escuro.
Muito escuro.
Nenhuma fonte de luz, natural ou não.
Um escuro encorpado, dá pra sentir na pele a escuridão.
Vou cortando esse véu negro e a única coisa que ouço são meus próprios passos.
Procuro uma parede, algo para tocar e me guiar, mesmo sem saber para onde eu vou, ou de onde eu vim.
Meus olhos já não me servem.
Estou sozinho.
Andando.
E andando.
Por uma escuridão tão densa que não parece ser natural.
Essa escuridão vai me sufocar, sinto ela dentro dos meus pulmões.
Estou cercado.
Estão me evitando.
Querem brincar comigo.
Tem mais gente aqui.
Dou um pulo pra frente no escuro, pra ver se agarro algo, mas meus braços encontram apenas mais escuridão.
Não encontro saída.
Não tem nada aqui.
Não tem ninguém aqui.
Sou só eu... No escuro... Pra sempre.
E ninguém pode me ouvir.
Muito escuro.
Nenhuma fonte de luz, natural ou não.
Um escuro encorpado, dá pra sentir na pele a escuridão.
Vou cortando esse véu negro e a única coisa que ouço são meus próprios passos.
Procuro uma parede, algo para tocar e me guiar, mesmo sem saber para onde eu vou, ou de onde eu vim.
Meus olhos já não me servem.
Estou sozinho.
Andando.
E andando.
Por uma escuridão tão densa que não parece ser natural.
Essa escuridão vai me sufocar, sinto ela dentro dos meus pulmões.
Estou cercado.
Estão me evitando.
Querem brincar comigo.
Tem mais gente aqui.
Dou um pulo pra frente no escuro, pra ver se agarro algo, mas meus braços encontram apenas mais escuridão.
Não encontro saída.
Não tem nada aqui.
Não tem ninguém aqui.
Sou só eu... No escuro... Pra sempre.
E ninguém pode me ouvir.
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
O soco.
O punho corta o vento, e colide com o couro.
Os músculos formam uma onda, levando a força que se inicia no pé, passa pelo quadril e termina na mão.
Endorfinas são liberadas, o lado selvagem floresce por um momento.
Nesse momento, todo o seu corpo trabalhou para um movimento rápido e destrutivo.
A energia que você começou a aplicar e fortaleceu com a onda muscular agora passa para seu alvo, que a recebe e a dispersa pela areia que o recheia.
Junto com essa energia vai um tanto da sua raiva.
A adrenalina sobe, seus músculos se oxigenam.
Você desfere outro soco.
Mais adrenalina.
O animal que existe em você vai se libertando cada vez mais.
Ele te dá poder.
O seu rugido está preso na sua garganta.
Quando for dar o último soco, solte o seu rugido, deixe com que seja ouvido.
E depois comece outra vez.
Acostume-se com sua fera.
Deixe com que ela saiba o que fazer quando precisar assumir o controle do seu corpo.
E, se precisar com que tal monstro se solte, só pare quando sua presa for abatida.
Os músculos formam uma onda, levando a força que se inicia no pé, passa pelo quadril e termina na mão.
Endorfinas são liberadas, o lado selvagem floresce por um momento.
Nesse momento, todo o seu corpo trabalhou para um movimento rápido e destrutivo.
A energia que você começou a aplicar e fortaleceu com a onda muscular agora passa para seu alvo, que a recebe e a dispersa pela areia que o recheia.
Junto com essa energia vai um tanto da sua raiva.
A adrenalina sobe, seus músculos se oxigenam.
Você desfere outro soco.
Mais adrenalina.
O animal que existe em você vai se libertando cada vez mais.
Ele te dá poder.
O seu rugido está preso na sua garganta.
Quando for dar o último soco, solte o seu rugido, deixe com que seja ouvido.
E depois comece outra vez.
Acostume-se com sua fera.
Deixe com que ela saiba o que fazer quando precisar assumir o controle do seu corpo.
E, se precisar com que tal monstro se solte, só pare quando sua presa for abatida.
domingo, 23 de setembro de 2012
Música.
Eu fico me perguntando...
É possível alguém viver sem música?
Escutar música é relembrar.
Escutar música é sentir, associar, se emocionar.
Escutar música é nunca estar sozinho, é dividir suas emoções com uma consciência coletiva do todo.
Escutar música, com ou sem letra é se colocar no lugar de alguém, sentir o que foi sentido, e até mesmo reviver as situações associadas com aquela música.
Algumas músicas me trazem tantas lembranças, lembranças tão vívidas que chegam a formar blocos de filme na minha cabeça.
Cenas sem som, apenas a imagem e a música.
Umas especiais vem com a intensidade tão grande que me fazem até sentir os perfumes, a textura, o gosto...
Algumas delas me trazem raiva...
Fúria! Motivação para mudar!
Outras me lembram situações tristes.
Eu as ouço para me lembrar de como pode ter gente superando coisas muito piores do que as que eu passei.
Me dá força pra seguir.
Algumas já deixaram de ser tristes, e eu ouço elas só para me lembrar que erros eu não devo mais cometer.
Será mesmo, que é possível não gostar de música?
É possível alguém viver sem música?
Escutar música é relembrar.
Escutar música é sentir, associar, se emocionar.
Escutar música é nunca estar sozinho, é dividir suas emoções com uma consciência coletiva do todo.
Escutar música, com ou sem letra é se colocar no lugar de alguém, sentir o que foi sentido, e até mesmo reviver as situações associadas com aquela música.
Algumas músicas me trazem tantas lembranças, lembranças tão vívidas que chegam a formar blocos de filme na minha cabeça.
Cenas sem som, apenas a imagem e a música.
Umas especiais vem com a intensidade tão grande que me fazem até sentir os perfumes, a textura, o gosto...
Algumas delas me trazem raiva...
Fúria! Motivação para mudar!
Outras me lembram situações tristes.
Eu as ouço para me lembrar de como pode ter gente superando coisas muito piores do que as que eu passei.
Me dá força pra seguir.
Algumas já deixaram de ser tristes, e eu ouço elas só para me lembrar que erros eu não devo mais cometer.
Será mesmo, que é possível não gostar de música?
Solidão.
Falta alguma coisa aqui.
Mas ainda não sei dizer o que é.
Parece que falta algo do meu lado.
Algo parece inacabado.
A divisão não está resultando em números inteiros.
Sobrando frações, algumas casas depois da vírgula, quebrados.
Não estou 100%.
A madrugada me acompanha...
Mas em breve ela está indo embora.
Um cigarro
Fumar um cigarro...
É ver a vida se esvaindo diante dos nossos olhos, mais rápido do que o natural...
Sabe como é... Algumas pessoas não conseguem enxergar a transitividade da força vital nos seres humanos.
Alguns querem ver ela diminuindo, como um cigarro.
Queimando até o final, se tornando fumaça.
Pois é...
É ver a vida se esvaindo diante dos nossos olhos, mais rápido do que o natural...
Sabe como é... Algumas pessoas não conseguem enxergar a transitividade da força vital nos seres humanos.
Alguns querem ver ela diminuindo, como um cigarro.
Queimando até o final, se tornando fumaça.
Pois é...
domingo, 12 de agosto de 2012
Pois é, me deixou chorando.
E dessa vez não foi amor não HAHAHAHAHAHA!
Pois é. Recentemente terminei de ver todos os finais da "aventura" de James Sunderland.
E valeu a pena. Pois é, foram muitas horas de gameplay, me perdi várias vezes e apelei para a internet.
Mas valeu mesmo. Esse jogo ensina muitas coisas importantes e nos faz viajar numa reflexão impensável...
"Qual é o preço das nossas decisões?"
O limite do certo e errado não existia na história dele. Ele precisava tirar a mulher dele do sofrimento pois não aguentava mais a sofrimento dela, e nem a pressão e lamúria dela. Nenhum dos dois aguentava mais.
A decisão tomada ali, foi terrivelmente difícil. Imagino caso algum dia eu veja o amor da minha vida sofrendo numa cama de hospital, qual seria minha reação. Só de imaginar, já é complicado.
O sofrimento da esposa não era o lado virado pra baixo da moeda. Geralmente quando estamos sofrendo, não vemos que causamos sofrimento em quem está ao nosso lado, nos dando forças pra continuar.
Provavelmente qualquer um de nós aqui cederia. A pressão era grande demais. A dor era grande demais.
Tudo desmoronou. De uma vez só...
A loucura... Ah, doce loucura.
A visão individualista do mundo.
Só pra constar, filosoficamente não existe uma divisa entre loucura e sanidade.
O mundo que vemos ao nosso redor, é individualmente visual.
Se entrássemos na mente uns dos outros, todos veríamos que somos loucos.
Voltando... A loucura foi muito bem explorada no jogo. No final, nunca saberemos se aquilo que vemos foi real, se não foi, se foi a cidade, se foi a mente dele, se foram os sentimentos conflitados de culpa e alívio, arrependimento, saudade.
Além de tudo isso... MELHOR TRILHA SONORA DE TODOS OS TEMPOS.
Sinceramente, nenhuma trilha sonora de jogo foi marcante pra mim como a desse jogo foi.
Cara, tenho uma faixa como toque de celular e pelo menos metade dela eu ouço diariamente.
Pois é... Jogaço...
Pois é. Recentemente terminei de ver todos os finais da "aventura" de James Sunderland.
E valeu a pena. Pois é, foram muitas horas de gameplay, me perdi várias vezes e apelei para a internet.
Mas valeu mesmo. Esse jogo ensina muitas coisas importantes e nos faz viajar numa reflexão impensável...
"Qual é o preço das nossas decisões?"
O limite do certo e errado não existia na história dele. Ele precisava tirar a mulher dele do sofrimento pois não aguentava mais a sofrimento dela, e nem a pressão e lamúria dela. Nenhum dos dois aguentava mais.
A decisão tomada ali, foi terrivelmente difícil. Imagino caso algum dia eu veja o amor da minha vida sofrendo numa cama de hospital, qual seria minha reação. Só de imaginar, já é complicado.
O sofrimento da esposa não era o lado virado pra baixo da moeda. Geralmente quando estamos sofrendo, não vemos que causamos sofrimento em quem está ao nosso lado, nos dando forças pra continuar.
Provavelmente qualquer um de nós aqui cederia. A pressão era grande demais. A dor era grande demais.
Tudo desmoronou. De uma vez só...
A loucura... Ah, doce loucura.
A visão individualista do mundo.
Só pra constar, filosoficamente não existe uma divisa entre loucura e sanidade.
O mundo que vemos ao nosso redor, é individualmente visual.
Se entrássemos na mente uns dos outros, todos veríamos que somos loucos.
Voltando... A loucura foi muito bem explorada no jogo. No final, nunca saberemos se aquilo que vemos foi real, se não foi, se foi a cidade, se foi a mente dele, se foram os sentimentos conflitados de culpa e alívio, arrependimento, saudade.
Além de tudo isso... MELHOR TRILHA SONORA DE TODOS OS TEMPOS.
Sinceramente, nenhuma trilha sonora de jogo foi marcante pra mim como a desse jogo foi.
Cara, tenho uma faixa como toque de celular e pelo menos metade dela eu ouço diariamente.
Pois é... Jogaço...
Cultura de TV.
Engraçado como eu tenho visto que muitas pessoas em volta de mim tiveram sua cultura criada pela televisão.
"Eu quero tchu, eu quero tcha" "Tche tche rere tche tche" entre outras onomatopeias esquisitas estão entre os sucessos musicais.
E conheço bastante gente que acha que essas músicas são top, muito boas.
Pois é, elas não são. Na verdade, elas são uma merda.
São uma diarréia verbal ridícula. Vocês estão sendo educados pela televisão.
Me pergunto aqui, quantos de vocês vão saber quem são os nomes que vou citar, que aliás, acho que são alguns do melhores da música, ontem, hoje e para sempre.
Frank Sinatra, Elvis Presley, Marvin Gaye, Freddie Mercury, Barry White, Carlos Santana, Darryl Hall e John Oates (são como se fossem Chitãozinho e Xororó, não se separa os dois), Eddie Vedder...
Pra não dizer que eu estou sendo saudosista e preconceituoso com a música atual, vou falar três nomes da música atual que entrariam pra história caso a cultura da tv não fosse uma porcaria.
Chris Martin, Dave Grohl e Adam Levine.
Pois é. Pra dizerem que eu sou preconceituoso, internacionalista e tal, só digo duas coisas:
Seu Jorge e Dinho Ouro Preto.
Se você não conhece esses dois caras, dos dois extremos da música brasileira, sem maldade...
Desliga essa TV.
sábado, 4 de agosto de 2012
LIberdade de expressão.
"Eu sou a favor da minha liberdade de expressão... Mas não da sua."
Tem muita gente assim ainda por aí.
E dá raiva não dá?
As pessoas esquecem que a liberdade é uma faca de dois gumes.
Quando entendermos isso, aceitarmos e nos adaptarmos, estaremos em equilíbrio.
Tem muita gente assim ainda por aí.
E dá raiva não dá?
As pessoas esquecem que a liberdade é uma faca de dois gumes.
Quando entendermos isso, aceitarmos e nos adaptarmos, estaremos em equilíbrio.
Um dia eu fui...
Eu fui aquilo que muitas mulheres procuram hoje em dia.
Romântico, sensível, carinhoso.
Adivinha o que eu ganhei? Isso mesmo, nada. Nem alegria, nem tristeza, apenas nada.
Vazia, nulo, null.
E eu aprendi muita coisa com isso.
Aprendi que estava procurando no lugar errado.
Aprendi que eu não estava lidando com mulheres, e sim com crianças.
Aí eu tive uma chance. Mas como eu sou um belo de um idiota, estraguei tudo (tradição).
Ainda tem um cara romântico.
E sensível, carinhoso, compreensivo.
Mas, cobrindo tudo isso tem uma camada de sarcasmo, uma de ironia, uma de insensibilidade, uma de incompreensão (estão contando), tem mais uma de raiva, tem mais uma de decepção, tem uma outra de observação dos padrões.
A chave para passar por todas essas camadas é maturidade. E isso, sim, vai ser novidade...
Romântico, sensível, carinhoso.
Adivinha o que eu ganhei? Isso mesmo, nada. Nem alegria, nem tristeza, apenas nada.
Vazia, nulo, null.
E eu aprendi muita coisa com isso.
Aprendi que estava procurando no lugar errado.
Aprendi que eu não estava lidando com mulheres, e sim com crianças.
Aí eu tive uma chance. Mas como eu sou um belo de um idiota, estraguei tudo (tradição).
Ainda tem um cara romântico.
E sensível, carinhoso, compreensivo.
Mas, cobrindo tudo isso tem uma camada de sarcasmo, uma de ironia, uma de insensibilidade, uma de incompreensão (estão contando), tem mais uma de raiva, tem mais uma de decepção, tem uma outra de observação dos padrões.
A chave para passar por todas essas camadas é maturidade. E isso, sim, vai ser novidade...
Hoje tô poeta.
Não sei se você se lembra, mas eu fui aquele mlk, que gritou pro mundo que te queria fazer feliz. Aquele garoto estranho que estava disposto a deixar de correr atrás da própria felicidade pra conquistar a sua. Que estava disposto a gastar o tempo dele melhorando pra você.
Esse tempo já passou, não culpo ninguém pelos erros de quando se é criança. Todo mundo teve sua paixãozinha platônica. Já amadurecemos o suficiente para entendermos que somos novas pessoas, temos novas idéias, seguimos a vida e avançamos em sabedoria.
Esse tempo já passou, não culpo ninguém pelos erros de quando se é criança. Todo mundo teve sua paixãozinha platônica. Já amadurecemos o suficiente para entendermos que somos novas pessoas, temos novas idéias, seguimos a vida e avançamos em sabedoria.
Ainda estou aqui!
Eu sei que parece que eu abandonei o blog, mas eu não abandonei não... Só estava de férias e por isso fica um pouco difícil de postar né... Fora que minha mente criativa tá tirando aquela soneca prolongada, então não adianta forçar pra tirar água de pedra.
segunda-feira, 11 de junho de 2012
FAQ sobre namoros.
As vezes eu acho interessante o quanto a lógica de algumas mulheres é falha.
Se deixam levar pelo momento, pela intensidade dos seus sentimentos, tentam antecipar as coisas que vamos dizer ou fazer, e querem nos punir por coisas que não fizemos, pois elas acham que faremos. Além de se acharem no direito de manipular os caras a sua volta para alcançar seus objetivos, achando que todos eles a ajudarão apenas por ela ser mulher. Não preciso nem comentar também sobre a parte da igualdade, que na maioria das vezes não é completa, e é uma igualdade que só vale em algumas situações.
Ainda tem gente que tem coragem de chegar e me perguntar : Pq tu não tá namorando?
Eu, logo eu. O cara mais chato, mais racional, e mais intolerante com falta de lógica que vocês conhecem. Enquanto eu não achar uma mulher, que consiga equilibrar o racional e o emocional, eu não vou namorar, pode ter certeza.
Antes que me questionem.
"Ai, Cayo você está sendo exigente demais"
Não, eu não estou exigindo nada que eu não vá retornar.
"Nossa, você se acha o cara , ein?"
Novamente, eu não estou achando nada. Eu estou bem ciente de meus defeitos e qualidades.
"Nossa, então você tá fudido"
Talvez eu não esteja, pois já tive boas e más experiências nesse sentido.
"Tá me chamando de louca?"
Não necessariamente, se você leu o texto e entendeu o que eu quis dizer, não deveria estar me perguntando isso, e se você ficou com vontade, então tenho mas notícias.
"Pq vc tá se justificando no blog?"
Achei que fosse interessante compartilhar a minha linha de pensamento com vocês, e ver quem concorda ou discorda dessa opinião, afinal, eu não vivo sozinho no mundo e aceito sugestões.
"Você espera que isso vá te ajudar?"
Talvez. Se quem ler isso, começar a refletir, e ver que está tomando atitudes irracionais decidir se corrigir, já vai ser um grande avanço. Quem ler e se identificar, pode ter certeza de que não vai estar sozinho nessa.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
A minha cidade de Silent Hill.
Tenho feito diversas visitas a Silent Hill dentro dos meus sonhos.
Todas foram horripilantes, sensorialmente perturbadoras e horrivelmente indiscritiveis.
Mas, todas elas foram jornadas de auto descobrimento e de análise do meu estado emocional e do meu subconsciente, do instintivo, do primitivo.
Em cada uma delas eu aprendi uma coisa nova sobre mim mesmo, passei a compreender e aceitar coisas das quais eu não sabia/compreendia.
Superei problemas, pequenos e grandes, fossem eles racionais ou emocionais.
Encontrei, recebi, aprendi e vivi um pouco de mim mesmo, um pouco mais do meu eu.
Encontrei pessoas e interagi com elas de modo que eu não consegui entender no sonho, mas consegui entender depois, analisando profundamente.
Lutei com os meus próprios monstros, enfrentei alguns de meus medos e admiti erros do passado.
A cidade de Silent Hill, seja ela a sua ou a do jogo, quando bem compreendida é uma terapia.
Obviamente, nem todos gostam do que vêem, mas a vida é assim mesmo.
Todas foram horripilantes, sensorialmente perturbadoras e horrivelmente indiscritiveis.
Mas, todas elas foram jornadas de auto descobrimento e de análise do meu estado emocional e do meu subconsciente, do instintivo, do primitivo.
Em cada uma delas eu aprendi uma coisa nova sobre mim mesmo, passei a compreender e aceitar coisas das quais eu não sabia/compreendia.
Superei problemas, pequenos e grandes, fossem eles racionais ou emocionais.
Encontrei, recebi, aprendi e vivi um pouco de mim mesmo, um pouco mais do meu eu.
Encontrei pessoas e interagi com elas de modo que eu não consegui entender no sonho, mas consegui entender depois, analisando profundamente.
Lutei com os meus próprios monstros, enfrentei alguns de meus medos e admiti erros do passado.
A cidade de Silent Hill, seja ela a sua ou a do jogo, quando bem compreendida é uma terapia.
Obviamente, nem todos gostam do que vêem, mas a vida é assim mesmo.
Centurião.
Como um Centurião, aqueles que escolho defender, defendo com escudo inquebrável, aqueles que escolho manter a distância , mantenho com lança afiada, e quando se aproximam para a guerra, ataco-os com um gládio furioso.
A escolha de se você prefere estar atrás ou a frente do meu escudo, é sua.
A escolha de se você prefere estar atrás ou a frente do meu escudo, é sua.
Minha ausência.
Tempos conturbados, não?
A faculdade está tomando um bom tempo de mim, infelizmente, e consumindo meus pulsos neurais em ritmo crescente e acelerado.
Não que isso seja ruim, mas muitas vezes tem se mostrado trabalhoso.
Mas, afinal de contas é pra isso mesmo que estou por lá, não é?
A faculdade está tomando um bom tempo de mim, infelizmente, e consumindo meus pulsos neurais em ritmo crescente e acelerado.
Não que isso seja ruim, mas muitas vezes tem se mostrado trabalhoso.
Mas, afinal de contas é pra isso mesmo que estou por lá, não é?
Todo dia.
Todo dia.
Milhares de pessoas passam por você.
Milhões de elétrons passam voando por você.
Milhões de fótons iluminam o que você pode ver.
A beleza do universo e como cada uma das menores partículas se movem e interagem com os nossos cinco sentidos estão aí.
Basta observar.
Milhares de pessoas passam por você.
Milhões de elétrons passam voando por você.
Milhões de fótons iluminam o que você pode ver.
A beleza do universo e como cada uma das menores partículas se movem e interagem com os nossos cinco sentidos estão aí.
Basta observar.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Raiva.
"Raiva é uma palavra muito forte, Cayo! Você não pode sair por aí falando que tem raiva das coisas e das pessoas, é um sentimento muito forte!"
Ué? Posso sim.
É um sentimento forte?
Sim.
Eu sou um cara que tem sentimentos fortes.
Não preciso ser brando, eu preciso ser eu mesmo.
E de onde vem essa raiva?
No meu caso, em quase todas as vezes ela vem da indignação.
Ela pode vir do nojo, pode vir de experiências ruins.
Cada um tem os seus motivos, no final das contas, e todos a sentem.
A raiva é o combustível mais eficiente do ser humano.
É tão natural quanto todos os outros sentimentos, e é nada mais do que uma consequência deles.
Raiva é diferente de fúria, diferente de ódio.
A raiva é intelectual, o ódio é emocional e a fúria é física.
Um dia eu explico isso, mas não nesse post.
Ué? Posso sim.
É um sentimento forte?
Sim.
Eu sou um cara que tem sentimentos fortes.
Não preciso ser brando, eu preciso ser eu mesmo.
E de onde vem essa raiva?
No meu caso, em quase todas as vezes ela vem da indignação.
Ela pode vir do nojo, pode vir de experiências ruins.
Cada um tem os seus motivos, no final das contas, e todos a sentem.
A raiva é o combustível mais eficiente do ser humano.
É tão natural quanto todos os outros sentimentos, e é nada mais do que uma consequência deles.
Raiva é diferente de fúria, diferente de ódio.
A raiva é intelectual, o ódio é emocional e a fúria é física.
Um dia eu explico isso, mas não nesse post.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Retorno.
Tudo na vida vai e volta.
Tudo diretamente proporcional, mesmo que com outras formas.
Então, pare e pense.
Se você quer exigir algo de alguém, vai ter que oferecer algo de no mínimo igual valor em troca.
Se você quer que alguém abra mão de algo por você, você vai ter que suprir a falta daquilo com algo de igual ou maior valor.
Parece óbvio falando assim, mas muita gente acha que tem muito valor quando não o tem.
Muita gente acaba achando que o que tem a oferecer tem o mesmo valor do que aquilo que ela quer tirar, e não, não é bem assim.
Tenho raiva das pessoas que não sabem o seu verdadeiro valor.
Tudo diretamente proporcional, mesmo que com outras formas.
Então, pare e pense.
Se você quer exigir algo de alguém, vai ter que oferecer algo de no mínimo igual valor em troca.
Se você quer que alguém abra mão de algo por você, você vai ter que suprir a falta daquilo com algo de igual ou maior valor.
Parece óbvio falando assim, mas muita gente acha que tem muito valor quando não o tem.
Muita gente acaba achando que o que tem a oferecer tem o mesmo valor do que aquilo que ela quer tirar, e não, não é bem assim.
Tenho raiva das pessoas que não sabem o seu verdadeiro valor.
quarta-feira, 21 de março de 2012
Maldade?
Eu não sou uma pessoa ruim.
Só quero me divertir.
Não estou matando ninguém.
Não estou destruindo sonhos ou acabando com esperanças.
Apenas tenho os olhos abertos.
Falo o que quero, mas tenho força para aguentar ouvir aquilo que não quero.
E talvez seja isso que falta em quem acha que eu sou mau.
Talvez se todos fossem assim, sinceros como eu tento ser, esse mundo de ilusões e egos inflados não existisse.
Quer saber?
Não quero entrar em filosofia barata e frases feitas.
Só quero me divertir.
Não estou matando ninguém.
Não estou destruindo sonhos ou acabando com esperanças.
Apenas tenho os olhos abertos.
Falo o que quero, mas tenho força para aguentar ouvir aquilo que não quero.
E talvez seja isso que falta em quem acha que eu sou mau.
Talvez se todos fossem assim, sinceros como eu tento ser, esse mundo de ilusões e egos inflados não existisse.
Quer saber?
Não quero entrar em filosofia barata e frases feitas.
domingo, 11 de março de 2012
Ah, a madrugada.
Engraçada a minha relação com a madrugada.
Essa entidade que muitos consideram perigosa.
Essa entidade que acolhe e esconde os que estão a margem da lei.
Essa entidade que abriga aqueles que procuram diversão nos picos da cidade.
Essa entidade de barulho para uns, e de silêncio para outros.
O estar só.
O fluxo de pensamento criativo/artístico muito mais rápido.
Essa entidade que muitos consideram perigosa.
Essa entidade que acolhe e esconde os que estão a margem da lei.
Essa entidade que abriga aqueles que procuram diversão nos picos da cidade.
Essa entidade de barulho para uns, e de silêncio para outros.
O estar só.
O fluxo de pensamento criativo/artístico muito mais rápido.
A mente muito mais solta.
Eu adoro a madrugada.
Me parece que eu estou livre.
Parece que minha mente mergulha na sombra da noite lá fora, mesmo eu estando em um lugar iluminado.
Minha mente mergulha na sombra de um lugar e aparece em outro.
Viaja todos os aspectos da minha vida.
Analisa e reanalisa todo o meu dia.
Minha mente está livre.
Voa, vai e volta.
Talvez nós os amantes da madrugada estejamos errados.
Mas, quem de nós nunca teve paixão proibida?
Eu adoro a madrugada.
Me parece que eu estou livre.
Parece que minha mente mergulha na sombra da noite lá fora, mesmo eu estando em um lugar iluminado.
Minha mente mergulha na sombra de um lugar e aparece em outro.
Viaja todos os aspectos da minha vida.
Analisa e reanalisa todo o meu dia.
Minha mente está livre.
Voa, vai e volta.
Talvez nós os amantes da madrugada estejamos errados.
Mas, quem de nós nunca teve paixão proibida?
sábado, 10 de março de 2012
Sem coração.
Engraçado o como eu vejo por aí que falam que eu não tenho coração.
Que eu não tenho dó.
Que eu não meço minhas palavras.
Que quando eu estou brincando, eu vou até o limite, e muitas vezes passo desse limite.
Essas pessoas nunca me viram falando sério.
Essas pessoas nunca me viram ajudando ninguém.
Essas pessoas nunca me viram solucionando nenhum problema.
Essas pessoas nunca me conheceram de verdade.
Que eu não meço minhas palavras.
Que quando eu estou brincando, eu vou até o limite, e muitas vezes passo desse limite.
Essas pessoas nunca me viram falando sério.
Essas pessoas nunca me viram ajudando ninguém.
Essas pessoas nunca me viram solucionando nenhum problema.
Essas pessoas nunca me conheceram de verdade.
É, por incrível que pareça, esse monstro aqui tem um coração.
Grande, que acolhe todos os seus amigos e faz o que pode para ajudá-los.
Grande, que acolhe todos os seus amigos e faz o que pode para ajudá-los.
Empático, que compreende e aconselha o máximo que puder.
Forte, que já tomou muita pancada e agora sabe pra quem deve dar valor realmente.
Forte, que já tomou muita pancada e agora sabe pra quem deve dar valor realmente.
Parabéns a você que me acha ruim, exagerado e/ou simplesmente malvado.
Tenho sorte que esse tipo de gente nunca vai conhecer o meu lado sério, para qual poucos deixei visível.
Esse sarcasmo, essa acidez, grosseria e rudez são um escudo.
São um teste de valores e compatibilidade, para descobrir quem eu realmente quero por perto...
E quem eu quero que ache que eu sou ruim.
O melhor de mim, eu guardo para quem precisa.
Tenho sorte que esse tipo de gente nunca vai conhecer o meu lado sério, para qual poucos deixei visível.
Esse sarcasmo, essa acidez, grosseria e rudez são um escudo.
São um teste de valores e compatibilidade, para descobrir quem eu realmente quero por perto...
E quem eu quero que ache que eu sou ruim.
O melhor de mim, eu guardo para quem precisa.
Amadurecimento.
Uma das modas atuais é reclamar das crianças que pensam que são adultas.
Que tentam agir como se fossem adultas.
Um dia vão se arrepender, de não ter aproveitado o tempo que lhes foi dado pra realmente se divertir, sem compromisso, sem preocupações.
Estavam ocupadas demais querendo beijar os garotos mais velhos, de 16, 17 anos.
Uma pena, que bom que a minha eu aproveitei...
Que tentam agir como se fossem adultas.
Um dia vão se arrepender, de não ter aproveitado o tempo que lhes foi dado pra realmente se divertir, sem compromisso, sem preocupações.
Estavam ocupadas demais querendo beijar os garotos mais velhos, de 16, 17 anos.
Estavam ocupadas demais se arrumando e se maquiando para ir nas baladinhas onde podem entrar ilegalmente.
Estavam ocupadas demais sofrendo por um moleque, que não sabe nada de relacionamentos e nem quer se prender a ninguém.
Não acho que os relacionamentos nessa época deve ser banidos.
Eu acho apenas que eles devem acontecer naturalmente, sem ficar saindo pra procurar e ficar se doendo quando encontrou, mas deu errado.
Estavam ocupadas demais sofrendo por um moleque, que não sabe nada de relacionamentos e nem quer se prender a ninguém.
Não acho que os relacionamentos nessa época deve ser banidos.
Eu acho apenas que eles devem acontecer naturalmente, sem ficar saindo pra procurar e ficar se doendo quando encontrou, mas deu errado.
A maioria dessas pessoas, tanto meninas quanto meninos daqui a alguns anos vão ter um mundo de responsabilidades muito maiores, e vão acabar sentindo saudade por terem encurtado uma época essencial e inesquecível para quem teve, a Infância.
Mas tudo bem, ao invés de reclamar, eu tento aconselhar.
E na maioria das vezes não consigo.
"Penou tanto pra virar uma mulher adulta, agora que virou, viu que é uma merda."
É sempre o que passa pela minha cabeça quando essas moças fazem 18 anos já com o primeiro filho.
E na maioria das vezes não consigo.
"Penou tanto pra virar uma mulher adulta, agora que virou, viu que é uma merda."
É sempre o que passa pela minha cabeça quando essas moças fazem 18 anos já com o primeiro filho.
É, pessoal.
Estamos voltando a Idade Média.
Onde os meninos já se tornavam homens com a chegada do primeiro pelo da barba.
Onde as meninas já viravam mulheres quando o quadril alargava.
O período de pré-adolescência está sumindo e a infância se encurtando.
Estamos voltando a Idade Média.
Onde os meninos já se tornavam homens com a chegada do primeiro pelo da barba.
Onde as meninas já viravam mulheres quando o quadril alargava.
O período de pré-adolescência está sumindo e a infância se encurtando.
Uma pena, que bom que a minha eu aproveitei...
domingo, 12 de fevereiro de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
domingo, 8 de janeiro de 2012
Férias novamente.
Essas férias foram boas, a diversão foi muito maior que a preocupação.
Fui pro interior, mas eu não fiz coisas de interior.
Reencontrei família, conheci gente nova e etc..
Reencontrei família, conheci gente nova e etc..
Caí de skate, teve brigas em casamento, foi foda.
Na moral, eu me diverti demais.
A história da briga é comprida, a história da queda é comprida, mas eu conto pessoalmente.
Só pessoalmente. É mais engraçado.
Na moral, eu me diverti demais.
A história da briga é comprida, a história da queda é comprida, mas eu conto pessoalmente.
Só pessoalmente. É mais engraçado.
Riscos.
Todos nós temos que assumir riscos.
Tudo na vida se resume às decisões que você toma.
Cada decisão é afetada pelas decisões que os outros tomam.
Tudo na vida se resume às decisões que você toma.
Cada decisão é afetada pelas decisões que os outros tomam.
Até mesmo omissão é uma decisão, que vai afetar as decisões dos outros.
Chances, riscos, possibilidades, tentativa e erro.
Essa é a vida. Essa é a nossa realidade.
Essa é a vida. Essa é a nossa realidade.
O mundo é matematicamente simples, a mente humana é a única variável que não pode ser prevista com exatidão.
E é isso que torna o mundo tão divertido.
E é isso que torna o mundo tão divertido.
É isso que nos torna quem somos.
O ser humano é um bicho aleatório.
O ser humano é um bicho aleatório.
Pra quem chega agora, bem vindo.
Pra quem é da casa, divirta-se.
A vida está aí pra isso.
Pra quem é da casa, divirta-se.
A vida está aí pra isso.
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