domingo, 11 de março de 2012

Ah, a madrugada.

Engraçada a minha relação com a madrugada.

Essa entidade que muitos consideram perigosa.
Essa entidade que acolhe e esconde os que estão a margem da lei.
Essa entidade que abriga aqueles que procuram diversão nos picos da cidade.
Essa entidade de barulho para uns, e de silêncio para outros.

O estar só.
O fluxo de pensamento criativo/artístico muito mais rápido.
A mente muito mais solta.

Eu adoro a madrugada.

Me parece que eu estou livre.
Parece que minha mente mergulha na sombra da noite lá fora, mesmo eu estando em um lugar iluminado.
Minha mente mergulha na sombra de um lugar e aparece em outro.
Viaja todos os aspectos da minha vida.
Analisa e reanalisa todo o meu dia.
Minha mente está livre.
Voa, vai e volta.

Talvez nós os amantes da madrugada estejamos errados.
Mas, quem de nós nunca teve paixão proibida?

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