Tenho feito diversas visitas a Silent Hill dentro dos meus sonhos.
Todas foram horripilantes, sensorialmente perturbadoras e horrivelmente indiscritiveis.
Mas, todas elas foram jornadas de auto descobrimento e de análise do meu estado emocional e do meu subconsciente, do instintivo, do primitivo.
Em cada uma delas eu aprendi uma coisa nova sobre mim mesmo, passei a compreender e aceitar coisas das quais eu não sabia/compreendia.
Superei problemas, pequenos e grandes, fossem eles racionais ou emocionais.
Encontrei, recebi, aprendi e vivi um pouco de mim mesmo, um pouco mais do meu eu.
Encontrei pessoas e interagi com elas de modo que eu não consegui entender no sonho, mas consegui entender depois, analisando profundamente.
Lutei com os meus próprios monstros, enfrentei alguns de meus medos e admiti erros do passado.
A cidade de Silent Hill, seja ela a sua ou a do jogo, quando bem compreendida é uma terapia.
Obviamente, nem todos gostam do que vêem, mas a vida é assim mesmo.
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